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O Corpo como Instrumento

O Corpo como Instrumento

A Interação Projetos Culturais deseja a todos educadores um maravilhoso 2018! Neste ano estaremos fazendo a abertura do ano letivo com a consagrada Oficina-Show de Beto Herrmann, “O CORPO COMO INSTRUMENTO”. A atividade é voltada para os professores da Educação Infantil e primeiros anos do Ensino Fundamental.

Em um ambiente leve e descontraído, os participantes conhecerão o vivenciarão mais de 20 exercícios musicais que serão aproveitados nas salas de aula após o trabalho com os professores. A percepção e a expressão sonora através do corpo e do meio ambiente proporcionará noções de ritmo, melodia, utilização de multi-meios, aprendizado e criação de brincadeiras interativas e percepção de sonoridades.

O espaço reservado para a oficina com os professores deve ser amplo, com capacidade para a acomodação dos participantes, de forma que em alguns momentos estes fiquem sentados, e em outras ocasiões, possam se movimentar pela sala, salão ou ginásio, espaços a serem disponibilizados pela instituição contratante.

O formato do local onde ficam os oficinandos é organizado em um grande semi-círculo.

A Oficina:

  1. Utilização de um CD com canções relaxantes

  2. Respiração de olhos fechados: observar o ar quente e frio entrando e saindo das narinas. Sugestão para aguçar os cinco sentidos: paladar (imaginar o gosto de alguns alimentos), olfato (imaginar o aroma de alguns alimentos, flores…), olhos (sugerir a visualização de algumas belas imagens), audição (lembrar de alguns sons conhecidos, como chuva, vento, passos…), tato (imaginar-se sendo abraçado, recebendo afeto dos amigos)

  3. Olhos fechados. Prestar atenção nos sons à volta. Que sons foram ouvidos ?

  4. Descobrir sons diferentes a partir do próprio corpo

  5. Representar gestualmente alguma canção conhecida. Trabalhar a amplitude de movimentos corporais com canções infantis

  6. Cada participante do grupo canta seu nome, criando uma pequena melodia. A apresentação de cada um pode ser feita cantando o nome apenas com as vogais. Ex: Carolina… A O I A…

  7. Criar letras sobre fatos que aconteceram na escola durante a semana. Inventar alguma melodia simples que acompanhe a letra

  8. Com uma vareta, realizar movimentos para cima, para baixo, movimentos lineares, circulares, enquanto os participantes representam com a voz estes movimentos, subindo o tom da voz, descendo, mantendo a mesma nota…

  9. Memorização rítmica  a)bater quatro vezes com os pés no chão  b) quatro vezes pés no chão mais quatro palmas c) quatro vezes os pés no chão mais quatro vezes palmas mais quatro vezes batendo as mãos nas pernas  OBS: A cada rodada vai sendo acrescentado um novo bloco sonoro, exigindo cada vez maior memória e coordenação

  10. Cantar canções infantis substituindo a letra original por sílabas de alguns bichos. Ex: “O sapo não lava o pé…”  “Au, au, au… au, au, au, au…”

  11. Caminhar pela sala acentuando os tempos rítmicos com a voz e o pé direito.  Ex: Um ! Dois… Três… Quatro…  Um ! Dois… Três… Quatro…  Com o passar do exercício, testar variações nos tempos fortes. Ex: Um… Dois… Três ! Quatro… , ou Um… Dois ! Três… Quatro…

  12. Formar uma roda onde todo grupo fica de pé. Alguém vai para o centro e inventa algum som ou melodia, representando a proposta corporalmente. O grupo procura repetir a representação sonora e corporal

  13. Dois a dois. Cada par terá um  massagista e um massageado. Quem fizer a massagem deve realizá-la sintonizando ritmicamente com a canção que estiver sendo tocada

  14. Os oficinandos são convidados a fazer investigações sonoras. Perguntam para os objetos: – Diz pra mim qual é teu som ?  E logo após batem com a mão no objeto, observando se o som é agudo, grave, etc…

  15. Brincadeira do Saco de Sons. São feitos recortes de revistas, com fotos ou desenhos que lembrem a emissão de algum som. Ex: leão, carro, chuveiro… Cada oficinando que for chamado colocará seus recortes dentro de um saco. Vão tirando um a um, pedindo que o grupo represente com a voz o que o desenho ou a foto propõe: rugido de leão, motor de carro, etc…

  16. Organizar uma competição para saber quem consegue emitir o som mais longo com a própria voz. O tempo deve ser marcado com um relógio de segundos, e quando houver pausa na emissão, ficam registrados os segundos em que a voz emitiu o som. Este som pode ser linear, com uma nota só

  17. Simulando com as mãos a direção de um carro, cada oficinando andará por uma cidade imaginária, emitindo a cada viagem o som das vogais sugeridas pelo professor. O combustível de cada carro é a vogal proposta. Cada oficinando pára seu carro quando a emissão sem pausa de cada vogal for encerrada

  18. Criar quatro grupos, cada um com um som próprio: cachorrinhos (au, au…), gatinhos (miau, miau…) ovelhas (méé… méé…), vaquinhas (múú… múú…). Todos fecham os olhos, e assim devem caminhar vagarosamente pelo salão. De repente, o oficineiro pede para que, de olhos fechados, os oficinandos encontrem seus grupos sonoros correspondentes. Cada participante terá que emitir seu som específico de olhos fechados, tentando encontrar seu grupo

  19. Um dos participantes fica de olhos fechados. Outro oficinando atira um molho de chaves em algum lugar da sala, e quem está de olhos fechados deve procurar

  20. Formar um túnel humano. Os outros participantes do grupo representarão um trem que passará por dentro do túnel. A cada passagem, quem está formando o túnel, emite sons novos. Ex: túnel da chuva, túnel do riso…

  21. Organizar um jogo de futebol, onde cada time representará a seleção de um país cujo hino lembra alguma canção de domínio popular. Ex: Time 1… seleção de Caranguejolândia. Antes de começar o jogo, todos se perfilam e cantam o “Hino”: “Caranguejo não é peixe…”  Time 2… Seleção de Aranholândia… “A Dona Aranha subiu pela parede…”

  22. Baile dos Montros. Cada oficinando desenha numa folha de ofício a cara de um monstrinho, fazendo uma abertura no papel (região dos olhos), para poder enxergar através da máscara. Colocar canções para o baile, sugerindo que os participantes dancem com a máscara no rosto, buscando conhecer todos os “monstrinhos” do baile

  23. O grupo fecha os olhos. O oficineiro vai para algum lugar da sala, e emite um som com bastante volume. De olhos fechados, os oficinandos devem apontar de onde veio o som; logo após, abrem os olhos para saber se acertaram a direção

  24. Formar grupos para a criação de uma historinha. Um oficinando narrará a história, enquanto os outros participantes a representam. Ao final da apresentação, o grupo deve cantar uma música criada para este esquete

  25. Criar uma história aproveitando uma sequência de canções de domínio popular. Ex: Dona Aranha, Seu Lobato, O Sapo, Borboletinha…  O grupo começa a contar a história, que será ilustrada pelas canções correspondentes. Ex: “ A Dona Aranha estava passando pelo  sítio do Seu Lobato, quando sentiu o tempo chuvoso. De repente, sentiram um cheiro esquisito e descobriu que havia um sapo que não lavava o pé…”

  26. São realizadas mais quatro atividades com músicas da MPB, que proporão vivências interativas e o prazer do canto coletivo.

    Contatos: (51) 999.663.014 (51) 984.163.891

    E-mail:     interacaolia@gmail.com

    Facebook: Produção Beto Herrmann

 

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